Que direi eu…


Que direi eu de ti, de mim, de nós,

o imenso inacabado que nos perde…?

Que te espero nos dias que se afundam

em noites inquietas, solitárias…

 

Eu sei que o infinito imaginado

nada é mais do que isso, horas mortas,

suspensas no mistério dos minutos,

perdidas no horizonte insondável…

 

Sou um imenso campo aberto ao sol,

à neve, às intempéries do presente.

Tu ficas no recôndito sombrio,

escondes-te na letra de um poema…

Diana Sá

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